sábado, 8 de dezembro de 2012

Registro



A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) se classificou como melhor universidade federal das regiões Norte e Nordeste do País no Índice Geral de Cursos (IGC), posto antes ocupado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A UFRN, que tinha se classificado em 3º lugar na avaliação anterior, conquista o 1º lugar com o conceito 3,66, equivalente à faixa 4 do Índice. O IGC é indicador criado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) do Ministério da Educação (MEC), que avalia anualmente o desempenho dos cursos de graduação e das pós-graduações das instituições de ensino superior do Brasil. O IGC considera o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e o Conceito Preliminar de Curso (CPC) para o cálculo do conceito final de cada instituição, que varia de 1 a 5. O índice é a média ponderada do conceito obtido por todos os cursos de graduação, mestrado e doutorado de cada instituição. Neste ano, foram avaliados 30 cursos da UFRN no ENADE 2011, considerando que os cursos que possuem duas modalidades (licenciatura e bacharelado) são avaliados separadamente, contando como dois cursos. O Índice considera desde o desempenho dos estudantes até o corpo docente, proposta pedagógica, infraestrutura, entre outros. Ao todo, 11 cursos obtiveram conceito máximo no Exame, sendo nove destes lotados no Campus Central e dois lotados no Centro de Ensino Superior do Seridó (CERES), da cidade de Caicó. O resultado representa uma porcentagem de 40% (36,6%) do total avaliado. Desde a criação do IGC, em 2007, a UFRN demonstra crescente aumento no cálculo do conceito final, tendo permanecido sempre na faixa 4 do Índice. Em 2007, o conceito contínuo da Universidade foi de 3,38, evoluindo para 3,66 em 2011. (A faixa 4 do IGC contempla as instituições avaliadas com conceitos entre 2,95 e 3,94).
 Fonte: http://tribunadonorte.com.br/
Org. e Pesq.: Antonio Barboza

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Religião



Advento
A primeira referência ao "Tempo do Advento" é encontrada na Espanha, quando no ano 380, o Sínodo de Saragoça prescreveu uma preparação de três semanas para a Epifania, data em que, antigamente, também se celebrava o Natal. Na França, Perpétuo, bispo de Tours, instituiu seis semanas de preparação para o Natal e, em Roma, o Sacramentário Gelasiano cita o Advento no fim do século V. Há relatos de que o Advento começou a ser observado entre os séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal. No final do século IV, na Gália (atual França) e na Espanha, tinha caráter ascético com jejum, abstinência e duração de 6 semanas como na Quaresma (quaresma de S. Martinho). Este caráter ascético para a preparação do Natal se devia à preparação dos catecumenos para o batismo na festa da Epifania. Somente no final do século VII, em Roma, é acrescentado o aspecto escatológico do Advento, recordando a segunda vinda do Senhor, passando a ser celebrado durante 5 domingos. Surgido na Igreja Católica, este tempo passou também para as igrejas reformadas, em particular à Anglicana, à Luterana, e à Metodista, dentre várias outras. A igreja Ortodoxa tem um período de quarenta dias de jejum em preparação ao Natal.
O tempo do advento e suas características
O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor, como uma noiva que se enfeita, se prepara para a chegada de seu noivo, seu amado. O Advento começa às vésperas do Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro e vai até as primeiras vésperas do Natal de Jesus contando quatro domingos. Esse tempo possui duas características: Nas duas primeiras semanas, a nossa expectativa se volta para a segunda vinda definitiva e gloriosa de Jesus Cristo, Salvador e Senhor da história, no final dos tempos. As duas últimas semanas, dos dias 17 a 24 de Dezembro, visam em especial, a preparação para a celebração do Natal, a primeira vinda de Jesus entre nós. Por isto, o Tempo do Advento é um tempo de piedosa e alegre expectativa. Uma das expressões desta alegria é o canto das chamadas "Antífonas do Ó".


Fonte: arquidiocesedecampogrande.org.br
Org. e Pesq.: Antonio Barboza

sábado, 1 de dezembro de 2012

História



Quem inventou a sanfona?
     Segundo os historiadores, o mesmo povo que inventou o macarrão, a pólvora, a bússola, inventou também (3.000 Anos Antes de Cristo) um instrumento musical chamado “TCHNENG”. Advinhou não é mesmo?! Exatamente! Foram os chineses que criou o precursor do acordeon, posto que este só seria inventando em 1829, por Cyrillus Demian, austríaco, que o registrou com o nome de Accordeon. Mas um instrumento que perdura até os tempos atuais e não sai da moda, não poderia ser criação de um só homem, tanto que no mesmo ano, Sir Charles Wheatstone registra a patente do mesmo instrumento, só que o chamando de Concertina. Logo o inevitável aconteceu e o acordeon encontra milhares de admiradores em todo mundo, mas somente em 1936 é publicado em Viena os primeiros métodos para o ensino do revolucionador instrumento.
Segundo Ernesto Veiga de Oliveira, a sanfona, com capacidades sonoras enriquecidas e simplificada nas suas características funcionais e estéticas, representará “a laicização do organistrum”, que, por volta do século XIII, foi destronado na música de igreja pelo órgão. A partir do século XIII, a sanfona passou a ser utilizada quer pelo povo, quer pela nobreza. Nesta época, príncipes, trovadores e jograis, devido ao seu timbre discreto, preferiam-na para acompanhar as suas festas e cantares. O acordeon chegou ao Brasil através dos imigrantes alemães e italianos, especialmente para os estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Presença forte na porção meridional e no interior do Brasil, o instrumento era comumente utilizado como forma de representação das tradições daquelas comunidades, através da execução de ritmos diversos, como o fado, a valsa, a polca. Nas diferentes regiões por onde passou, o acordeon foi ganhando características pessoais do local, assim como diferentes denominações: sanfona, no Nordeste; gaita, gaita de foles, realejo, no Sul. Muito difundido no país na década de 50, agradava a todos os gostos devido à sua versatilidade. É nesse contexto que surge a figura inesquecível de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, o grande responsável por popularizar o instrumento e difundir a denominação de sanfona, através do grande sucesso de sua carreira musical.

Fonte: tvdiario.tv.br
Org. e Pesq.: Antonio Barboza