terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Personalidades

       Pe. Antonio Maria nasceu no Rio de Janeiro a 17/08/45. Sempre sonhou em ser cantor. Roberto Carlos era o seu ídolo na juventude. Hoje, um grande amigo. Os padres Palotinos da paróquia do Rio de Janeiro o encaminharam para o Vale Venito no dia 26/02/1961 onde ficou por lá durante 06 anos. Deixou o noviciado em agosto de 1967 para ingressar no Instituto dos Padres de Schoenstatt. O sonho de ser cantor deu lugar ao anelo de ser padre, servindo a Deus nos irmãos. Mas Pe. Antonio Maria nunca deixou de cantar. No dia em que se ordenou padre, a 25 de setembro de 1976, durante a cerimônia de ordenação, quando o Bispo D. Francisco José Cox acabava de o revestir das vestes sacerdotais, faz-lhe o pedido: - “Cante agora um canto”. Emocionado, o novo padre canta; foi a sua primeira função sacerdotal: Cantar. Pe. Antonio Maria tem cantado não só pelo Brasil, mas, também pelo exterior. Já fez show em Johannesburg, na África do Sul. Já cantou em Viena e em cidades da Alemanha, inclusive na ex-Alemanha Oriental. Cantou também em Portugal e em várias cidades de Países da América Latina, e Estados Unidos. Na caminhada de padre-cantor, uma das grandes alegrias que Pe. Antonio Maria teve foi poder cantar para o Papa João Paulo II, em Roma. Seu carisma e seu trabalho de evangelizar é admirado por todos, inclusive de artistas que fazem questão de acompanhar , dividir o palco ou participar de seus trabalhos. No CD “No Mar de Maria”, tem a participação de Fafá de Belém, que com ela canta “Ave Maria Brasileira”, a mesma que ela cantou para o Papa no Maracanã quando da sua visita ao Brasil em outubro de 1997. No CD com o título “Festa da Fé” contou com a participação de seu grande amigo Roberto Carlos. Em “Mensageiro do Amor”, Pe. Antonio Maria contou com a participação de vários cantores, entre eles, Daniel, Roberto Leal, Hebe Camargo, Moacir Franco, José Augusto e Agnaldo Rayol. Em “Apenas um Menino” canta com o ator Jackson Antunes a música “O Milagre de Aparecida” (O Milagre de Tambaú) e com a cantora Elba Ramalho ele canta a música “Romaria”. Em junho de 2002 realizou um show no Olympia em São Paulo onde contou com as participações de vários artistas inclusive Daniel, Alexandre Pires, Pedro e Thiago e Rick e Renner. O sucesso do espetáculo fez com que realizasse um novo show em dezembro de 2002, agora com a participação de Elba Ramalho. Seu trabalho também é reconhecido pelas versões que faz. Pe. Antonio Maria apresenta o programa semanal “Pra lá de Bom” na Rede de Televisão Século 21, onde faz entrevistas e canta. Participa de programas nas Rádios Canção Nova, América, Rádio Capital e Rádio 09 de Julho. Pe. Antonio Maria é um privilegiado por Deus. Além da voz que possui, do poder da comunicação que tem, é também escultor, tendo realizado várias obras de arte na Europa e no Brasil. Além desse apostolado, desde criança, Pe. Antonio Maria nutriu um carinho especial pelas crianças mais desvalidas. A Construção do Centro Educacional Catarina Kentenich foi um grande sonho do Pe. Antonio Maria. Escolheu esse nome para homenagear a mãe do Pe., José Kentenich, fundador do Movimento de Schoenstatt e do Instituto dos Padres ao qual pertence. Pe. Antonio Maria deseja que seus filhos, as crianças do Centro educacional Catarina Kentenich, sejam grandes também, sejam gente, sejam santos. O lema do Centro Educacional é “Educar Amando Sempre”. O Centro Educacional Catarina Kentenich, situado em São Paulo, no bairro do Jaraguá, compreende, hoje, um orfanato com 56 meninos e meninas de 02 a 18 anos; uma creche com crianças carentes da Região, que atende em período integral, com 140 crianças, e um Centro de Juventude com crianças de 07 a 14 anos em período também integral, num total de 90, entre crianças e adolescentes. A todos esses trabalhos e outros que irão surgir, Pe. Antonio Maria gosta de chamar: “UM AMOR MAIOR PELO MENOR”
FONTE: http://www.cclb.org.br
Org. e Pesq.: Antonio Barboza

domingo, 27 de janeiro de 2013

Registro



Com Pelé em primeiro, site americano lista os 20 maiores jogadores brasileiros da história.
O site americano Bleacher Report voltou a levantar uma grande polêmica no futebol ao listar os 20 maiores jogadores brasileiros da história. Com Pelé no topo da lista, a página coloca Garrincha, Ronaldo, Zico, Sócrates, Jairzinho, Romário, Falcão, Ronaldinho Gaúcho e Gerson, respectivamente, como os integrantes do Top 10.
Veja abaixo a lista completa dos 20 maiores jogadores segundo o site
:
1. Pelé
2. Garrincha
3. Ronaldo
4. Zico
5. Sócrates
6. Jairzinho
7. Romário
8. Falcão
9. Ronaldinho Gaúcho
10. Gerson
11. Nilton Santos
12. Carlos Alberto Torres
13. Rivellino
14. Leônidas da Silva
15. Tostão
16. Didi
17. Júnior
18. Clodoaldo
19. Heleno de Freitas
20. Careca


Fonte:http://esportes.terra.com.br
Org. e Pesq.: Antonio Barboza

sábado, 26 de janeiro de 2013

História



      O Ensino Superior no Brasil
No Brasil, os primeiros cursos superiores foram criados pelas ordens religiosas, principalmente pelos jesuítas, que já no século XVI ofereciam cursos de Artes e Teologia. O curso de Artes, também chamado de Ciências Naturais ou Filosofia, tinha duração de três anos e abrangia o ensino de Lógica, Física, Matemática, Gramática e Retórica, conferindo os títulos de Bacharel e Licenciado aos concluintes. Já o curso de Teologia tinha duração de quatro anos, era dividido em Teologia Moral e Teologia Especulativa e conferia o título de doutor aos seus concluintes. Com a vinda da família real para o Brasil em 1808, houve uma reestruturação do ensino superior, tendo sido criados cursos e academias seculares com o objetivo principal de formar burocratas para o aparelho estatal, especialmente cursos de Medicina e Cirurgia e Matemática, em instituições militares, como a Academia Militar e a Academia da Marinha. Naquele período, os estudos de Matemática, Física, Química, Biologia e Mineralogia, que antes faziam parte dos cursos de Filosofia e eram controlados por religiosos, passaram a ser oferecidos pelos cursos médicos e pela Academia Militar. Os estudos de Filosofia, por sua vez, deslocaram-se para as faculdades de Direito. Data daquele período a criação dos cursos superiores, que por muito tempo seriam os únicos cursos a serem oferecidos no país: Medicina, em 1808, no Rio de Janeiro e na Bahia; Engenharia, em 1810, no Rio de Janeiro; e Ciências Jurídicas, em 1827, em São Paulo e em Olinda.
Org. e Pesq.: Antonio Barboza

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Registro



ANIVERSÁRIO

Dia 25 de janeiro é comemorado o Aniversário da Cidade de São Paulo. É dia de festa para os paulistanos! Em 25 de janeiro de 1554, Os padres Manuel da Nóbrega e José de Anchieta fundaram o Colégio dos Jesuítas, com a intenção de estabelecer um colégio para a educação dos indígenas da região. O Pátio do Colégio, no centro da cidade, é considerado o marco zero da fundação de São Paulo. A cidade recebeu esse nome pois no dia 25 de janeiro a igreja católica celebra a conversão do Apóstolo Paulo, tornando-se São Paulo e assim, dando seu nome à cidade.
 www.smartkids.com.br
Org. e Pesq.: Antonio Barboza

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Você Sabia



 Caju

O caju é considerado muitas vezes como o fruto do cajueiro, embora seja um pseudofruto. É constituído de duas partes: a castanha que é a fruta propriamente dita, e o pedúnculo floral, pseudofruto confundido com o fruto. Esse se compõe de um pedúnculo piriforme, carnoso, amarelo, rosado ou vermelho. É rico em vitamina C e ferro e ajuda a proteger as células do sistema imunológico contra os danos dos radicais livres. Seu cultivo é muito comum no nordeste brasileiro. A colheita é realizada de agosto a janeiro. O cajueiro é uma árvore originária do Brasil, nativo da região litorânea. Suas folhas são eficazes na cicatrização de feridas. Além de ser consumido natural, o caju pode ser utilizado na preparação de sucos, mel, doces, passas, sorvetes, licores. A castanha, depois de torrada, é utilizada como petisco, sendo exportada para quase todo mundo. A castanha verde é usada em pratos quentes. O suco de caju é industrializado e muito apreciado em todo o país.
Org. e Pesq.: Antonio Barboza
Fotos: Antonio

sábado, 19 de janeiro de 2013

História



SÃO SEBASTIÃO

São Sebastião nasceu em Petrória *, na Itália, de acordo com Santo Ambrósio, por volta do século III. Pertencente a uma família cristã, foi batizado em criança. Mais tarde, tomou a decisão de engajar-se nas fileiras romanas e chegou a ser considerado um dos oficiais prediletos do Imperador Diocleciano. Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e ativo. Fazia de tudo para ajudar os irmãos na fé, procurando revelar o Deus verdadeiro aos soldados e aos prisioneiros. Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo. Até mesmo o governador de Roma, Cromácio, e seu filho, Tibúrcio, foram convertidos por ele. Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado, pois estava contrariando o seu dever de oficial da lei. Teve, então, que comparecer ante o imperador para dar satisfações sobre o seu procedimento. O imperador se queixou de que tinha confiado nele, esperava dele uma brilhante carreira e ele o havia traído.
Diante do Imperador, Sebastião não negou a sua fé e foi condenado à morte, sem direito à apelação. Amarrado a um tronco, foi varado por flechas, na presença da guarda pretoriana. No entanto, uma viúva chamada Irene retirou as flechas do peito de Sebastião e o tratou. Assim que se recuperou, demonstrando muita coragem, se apresentou novamente diante do Imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado. Perplexo com tamanha ousadia, Diocleciano ordenou que os guardas o açoitassem até a morte. O fato ocorreu no dia 20 de janeiro de 288.
NO BRASIL
São Sebastião é a cidade mais antiga do Litoral Norte. Antes da colonização portuguesa, a região de São Sebastião era ocupada por índios Tupinambás ao norte e Tupiniquins ao sul, sendo a Serra de Boiçucanga - 30 km ao sul de São Sebastião - uma divisa natural das terras das tribos. O município recebeu este nome em homenagem ao santo do dia em que passou, ao largo da Ilha de São Sebastião - hoje Ilhabela -, a expedição de Américo Vespúcio: 20 de janeiro de 1502.
A comunidade do Matão-João Câmara/RN, também tem São Sebastião como o seu padroeiro.
Fonte: datasespeciais/diasaosebastiao
Org. e pesq.: Amtonio Barboza