terça-feira, 30 de abril de 2013

História- Dia do trabalho



História do Dia do Trabalho


O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios. 
A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.
Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas. Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano. Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial, após a criação de um decreto do então presidente Artur Bernardes.
Fatos importantes relacionados ao 1º de maio no Brasil:
- Em 1º de maio de 1940, o presidente Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Este deveria suprir as necessidades básicas de uma família (moradia, alimentação, saúde, vestuário, educação e lazer)
- Em 1º de maio de 1941 foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente, as relações de trabalho e aos direitos dos trabalhadores.
Fonte:  http://www.suapesquisa.com
Org. e Pesq.: Antonio Barboza

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Registro Social-Casamento


BODAS DE ALEXANDRITA DO CASAL 
ANTÔNIO BARBOSA E MARIA DE JESUS
 26 ANOS DE MATRIMÔNIO.




FELIZES AGRADECEMOS A DEUS POR TUDO QUE JÁ VIVEMOS EESTAMOS VIVENDO, PELOS NOSSOS DOIS QUERIDOS FILHOS ÁLVARO VINÍCIUS E ANTONIO DANILO, E POR TUDO QUE JUNTOS CONQUISTAMOS.
PEDIMOS A DEUS PROTEÇÃO, SAÚDE, PAZ E MUITOS ANOS DE VIDA PARA QUE POSSAMOS CONTINUAR SEMPRE NESSA HARMONIA FAMILIAR.
Fotos: Antonio , Maria, Álvaro e Danilo

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Registro



O fotógrafo neozelandês Chris McLennan flagrou durante uma hora de trabalho em Seal Island, na costa da Cidade do Cabo (África do Sul) 28 ataques de tubarões brancos contra focas. A área é considerada uma das mais infestadas de tubarões brancos do planeta. Chris conseguiu registrar o momento em que os enormes predadores saltaram do mar para capturar suas presa. "O comportamento dos tubarões brancos nessa região é único. Todos que fotografam a natureza selvagem sabem que esse tipo de comportamento é raro e ainda mais difícil de ser fotografado. O primeiro ataque predatório ocorreu nos primeiro minutos da manhã. A ação continuou e testemunhei 28 ataques.", disse Chris, de acordo com a agência Barcroft Media.
Fotos: Barcroft Media/Other Images
Fonte: globo.com
Org. e Pesq.: Antonio Barboza

sábado, 13 de abril de 2013

Curiosidades -Xiquexique

    
     O xiquexique é da Família das Cactaceaes, do Gênero: Pilosocereus e da Espécie: Pilosocereus gounellei. É uma planta arbustiva de ampla distribuição em toda região semi-árida do Nordeste. Seu porte apresenta variação de 2,5 a 3,7 m de altura, com copa medindo de 1,5 a 4,5 m. Os frutos são bagas arredondadas, achatadas vermelho-escuro com 5 a 6 cm de comprimento e 6 a 6,5 cm de diâmetro com 25,3 a 97,4 g. Os frutos do xiquexique são bastante consumidos por animais silvestres, principalmente os pássaros. Esta planta tem apresentado um bom desenvolvimento em áreas de solos degradados e de irregularidades na distribuição das chuvas. Assim, pode-se considerar que o xiquexique, como outras cactáceas do semi-árido é uma opção para o repovoamento de áreas onde não mais é possível o cultivo de lavouras tradicionais como milho, feijão, etc. Contudo, o xiquexique ainda possibilita seu aproveitamento na alimentação dos rebanhos e na culinária com alguns doces e geléias.
Fonte: www.terradagente.com.br/
Foto: Antonio Barboza

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Registro de Aniversário

Com alegria registramos o aniversário da Sra. Alzira Moreira.
Suas filhas Salete Sena, Silene, Solidade, Maria, seu esposo o Sr. Manuel e o filho Diogo, e todos da familia
desejam muita saúde e muitos anos de vida.
Um abraço de todos e que Deus esteja sempre no seu caminho.
PARABENS E TUDO DE BOM!
Foto: Maria



sexta-feira, 5 de abril de 2013

História da Música



A origem das notas musicais

    

       Desde muito tempo, as diferentes civilizações não só vivenciam a experiência musical como também elaboram métodos e teorias capazes de padronizar um modo de se compor e pensar o universo musical. Na Grécia Antiga, já observamos formas de registro e concepção das peças musicais através de sistemas que empregavam as letras do alfabeto grego. Ao longo do tempo, várias foram as tentativas de sistematização interessadas em formular um modo de se representar e divulgar as peças musicais. Na Idade Média, a questão da música foi assumindo uma importância muito grande entre os clérigos daquela época. Por um lado, essa importância deve ser entendida porque os monges tinham tempo e oportunidade de conhecer todo o saber musical oriundo da civilização clássica através das bibliotecas dos mosteiros. Por outro lado, também pode ser entendida porque o uso da música foi assumindo grande importância na realização das liturgias que povoavam as manifestações religiosas da própria instituição. Foi nesse contexto que um monge beneditino francês chamado Guido de Arezzo, nascido nos fins do século X, organizou o sistema de notação musical conhecido até os dias de hoje. Nos seus estudos, acabou percebendo que a construção de uma escala musical simplificada poderia facilitar o aprendizado dos alunos e, ao mesmo tempo, diminuir os erros de interpretação de uma peça musical. Contudo, de que modo ele criaria essa tal escala? Para resolver essa questão, o monge Guido aproveitou de um hino cantado em louvor a São João Batista. Em suas estrofes eram cantados os seguintes versos em latim: “Ut quant laxis / Resonare fibris / Mira gestorum / Famuli tuorum / Solve polluti / Labii reatum / Sancte Iohannes”. Traduzindo para nossa língua, a canção faz a seguinte homenagem ao santo católico: “Para que teus servos / Possam, das entranhas / Flautas ressoar / Teus feitos admiráveis / Absolve o pecado / Desses lábios impuros / Ó São João”. Mas qual a relação da música com as notas musicais hoje conhecidas? Observando as iniciais de cada um dos versos dispostos na versão em latim, o monge criou a grande maioria das notas musicais. Inicialmente, as notas musicais ficaram convencionadas como “ut”, “ré”, “mi”, “fá”, “sol”, “lá” e “si”. O “si” foi obtido da junção das inicias de “Sancte Iohannes”, o homenageado da canção que inspirou Guido de Arezzo. Já o “dó” foi somente adotado no século XVII, quando uma revisão do sistema concebido originalmente acabou sendo convencionada.
 Fonte: brasilescola.com
Org, e Pesq.: Antonio Barboza